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Stress. Esse é o lema da banda, que nasceu de uma brincadeira,
quando o Paralama João Barone resolveu chamar uns amigos
e montar uma uma banda de surf music instrumental para animar a
festa de 15 anos de sua enteada. Liminha, ex-Mutante e concorrido
produtor paulista, foi o primeiro amigo a ser convocado. Aí
veio Daniel Farias, jovem guitarrista, assistente de Liminha no
estúdio Nas Nuvens, que entrou na banda pra tocar baixo -
instrumento que nunca tinha tocado antes. E essa foi a primeira
formação da banda, que agradou tanto que ganhou um
nome e teve sua vida estendida até hoje, quase dois anos
após a festa.
The Silvas foi o nome escolhido pra batizar o projeto. Silva por
ser o sobrenome mais comum entre os brasileiros. O próprio
João Barone tem o sobrenome Silva.
Devidamente
batizada, com Daniel Farias já na guitarra base e outro veterano,
Nenê Benvenutti (ex-Os Incríveis), assumindo o baixo,
a banda começou a fazer shows pelo Rio de Janeiro. Primeiro
foi uma temporada inaugurando o espaço para shows do Hard
Rock Café, em setembro de 2000. Depois a aclamada apresentação
na Tenda Brasil do Rock In Rio III, já com o saxofonista
Henrique Band e Dé, ex-baixista do Barão Vermelho,
no lugar de Nenê. Este teve que deixar a banda por morar em
Sampa e estar longe para os ensaios e a maioria dos shows. Desde
então a banda começou a se apresentar pelo Brasil
inteiro, em shows sempre bem-humorados, animados e, como a banda
é instrumental, cheios de convidados ilustres assumindo os
vocais. Aliás, a lista de vocalistas que já cantaram
com o The Silvas é extensa: Gabriel O Pensador, Branco Mello,
Samuel Rosa, Tony Garrido, Nando Reis, Fernanda Abreu, Roberto Frejat,
Supla e até participações de Charles Gavin
e Katia Bronstein, esposa de Barone, na guitarra base. Mas um convidado
que sempre aparece e dá um brilho a mais ao show dos Silvas
é o lendário big rider Marcelo Biju, que sempre canta
Surfin Bird com eles.
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